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1. Normalmente, as
reuniões são feitas em um sábado ou domingo no final do ano: novembro e,
principalmente, dezembro, pois é a época em que todos estão mais livres no
trabalho ou no estudo, embora nada impeça que sejam realizadas em qualquer outra
data. A única limitação é não poderem ser realizadas em horários de aula. Assim
sendo, como há poucos finais de semana disponíveis e, em alguns deles há
atividades do CM, sobram poucas datas. Por isso, antecipar-se e reservar cedo
uma data é fundamental!
2. As turmas que
saíram a mais tempo do Colégio (entre 10 e 50 anos), são mais saudosistas e têm
uma programação interna peculiar, pois, conforme os anos de afastamento, querem
visitar as dependências, lembrar colegas falecidos, realizar missa/culto,
colocar uma placa (tamanho máximo de
apagar
3. As
turmas com menos de 10 anos de formatura ainda têm o CM vivo na lembrança e
vários dos seus integrantes visitam o Colégio periodicamente. Para essas, a
programação pode ser menos saudosista e mais dinâmica, com o CM servindo como
ponto de encontro natural e afetivo. Ali, a turma pode se reencontrar, praticar
um esporte (vôlei e/ou futebol de salão nas quadras), tirar fotos, visitar
alguma dependência específica se quiser (Museu, Salão Nobre, etc.) e, depois,
partir para um almoço ou jantar em um restaurante, pizzaria ou bar qualquer.
Como muitos ainda não estão trabalhando, o dinheiro pode ser curto para algo
mais sofisticado.
4. De qualquer forma,
tem que ser formada, com boa antecedência (seis meses), uma pequena comissão
(três a cinco integrantes apenas) que queiram "carregar o piano". Não adianta
muita democracia e diálogo com o grande grupo, pois só causa uma infindável
discussão e nada produz de concreto. Pelo mesmo motivo, também não adianta
formar uma comissão enorme para "distribuir o trabalho".
5. Esta comissão, de
modo amplo, vai ter que responder as seguintes perguntas: "o que?", "quando?",
"como?" e "para que?".
Esmiuçando um pouco mais:
- Encarregar-se de
descobrir onde estão todos (e-mail, telefone e endereço, se for o caso),
comunicar-se com eles e mantê-los atualizados periodicamente sobre os passos que
estão sendo dados.
- Sondar a Turma sobre datas, mas já com duas ou três
pré-definidas, de preferência em contato prévio com a direção do Museu Casarão
da Várzea.
- Sondar a Turma sobre atividades a realizar, mas já apresentando
um elenco pré-definido para que o pessoal possa decidir, sem deixar de aceitar
sugestões também.
- Tomar a decisão final sobre o que será feito, quando e
como.
- Abrir uma conta (conjunta com mais um) e recolher dinheiro, se for o
caso (placa, brindes, bottons, cartão de identificação, coquetel, impressos,
CD/DVD-ROM, fotografias, digitalizações, refeições, viagem, hospedagem,
etc.).
- Realizar os contatos externos necessários à concretização das
atividades previstas que envolvam gastos, ligações ou negociações prévias.
- Contabilizar os recursos recebidos e adquirir os bens e serviços
necessários, se for o caso.
- Fiscalizar a preparação e a execução dos bens e
serviços necessários, em todas as etapas de produção, a fim de certificar-se que
existirão a tempo e a hora.
- Se pretender colocar uma placa, combinar
antecipadamente conosco o tipo, o tamanho, os dizeres e o local.
- Lembrar a
Turma de que o CMPA, como organização militar, tem regras de segurança e de
ingresso. Assim, deve ser combinado previamente com o Colégio como se dará a
entrada de pessoas e veículos.
- Recepcionar a Turma na chegada ao CM e
noutros lugares.
- Encarregar-se da condução dos eventos previstos, do
controle de quem comparece, de quem pagou, etc.
- Recolher e entregar
eventuais materiais ou objetos que foram pegos emprestados.
- Prestar contas
à Turma posteriormente, se for o caso.
6. Por fim, a comissão
deve estar psicologicamente preparada para ouvir, não só os elogios dos colegas,
mas também algumas reclamações normais, principalmente daqueles que não fizeram
nada para ajudar quando podiam.
7. Possibilidades e
impossibilidades:
a.
Impossibilidades:
- Preparação,
confecção e serviço de coquetel ou jantar, mesmo com contrapartida financeira,
pois estamos impedidos por determinação superior. Esse serviço tem que ser
terceirizado, preferencialmente para um profissional ou empresa que já tenha
trabalhado com o Colégio.
- Uso do Salão Brasil
para bailes de formatura, aniversários, casamentos e quaisquer outras reuniões
sociais do tipo.
- Uso do Salão Brasil
após as 23 horas.
- Atividades
esportivas noturnas.
- Uso de fogos de
artifício ou outro material pirotécnico no interior do
Colégio.
- Apresentações ou
manifestações que não sejam compatíveis com os preceitos do Colégio ou do
Exército.
- Atos políticos ou
sectários de qualquer natureza.
- Emprego da Banda de
Música, Coral, Corneteiro ou de outra representação de alunos/profissionais para
qualquer atividade interna ou externa.
- Escaneamento e/ou
empréstimo de revistas ou fotografias pertencentes ao acervo do
Museu.
- Ingresso trajando
shorts, calção, maiô, biquíni, bermudas ou chinelo-de-dedo (como em qualquer
organização militar).
b.
Possibilidades:
- Uso das dependências
do Salão Brasil com: salão, cadeiras, tela de projeção, som, microfones,
computador, canhão de projeção, retroprojetor, mesa de honra, outras mesas, mini
sala-de-estar (ao fundo), cadeiras e mesas (de plástico, redondas, para quatro
pessoas, até cinqüenta mesas) para um eventual coquetel ou jantar, palco para
apresentações diversas. Preparação do local para uma missa ou ato ecumênico, com
o condutor a cargo da turma.
- Empréstimo de
freezer para bebidas e outros gelados.
- Empréstimo da churrasqueira do rancho e de
espetos.
- Visita guiada às
dependências do CMPA, especialmente: Salão de Honra, Museu Casarão da Várzea,
Rancho, Cia Al, etc.
- Uso da área e
material esportivo para jogos de futebol-de-salão, vôlei, basquete e handebol,
com local para banho e troca de roupa.
- Apoio da AACV na
localização de membros da Turma, via consulta em banco de
dados.
- Apoio da AACV com o
local para as reuniões da Comissão.
- Apoio da AACV na
confecção da placa (10 anos e múltiplos), conforme detalhado nos itens
seguintes.
- Apoio da AACV na
orientação sobre empresas e profissionais que prestam serviços para o Colégio
(brindes, decoração, bufê, etc.).
8. Como o nosso
Museu Casarão da Várzea está em formação, já que se iniciou em 2002,
doações serão muito bem-vindas. Assim sendo, fotografias, peças de uniforme,
insígnias, flâmulas, troféus, medalhas, livros antigos, armas antigas, catálogos
militares, obras de arte e qualquer outro material ligado ao Colégio ou à
militaria que a Turma possa doar, serão muito importantes para a conservação da
história do CMPA ou das coisas a ele relacionadas. Precisamos também de material
de apoio, como expositores, urnas e molduras diversas. Como incentivo à doação
de material histórico, a AACV – principal mantenedora do Museu – mediante acerto com a Comissão da Turma,
poderá oferecer a placa comemorativa ao encontro (dentro de um padrão único e
nas medidas permitidas).
9. Solicita-se o
empenho da Comissão da Turma para que os ex-alunos se associem à AACV, a fim de
podermos ter seus endereços, telefones e e-mails, possibilitando assim um
contato mais freqüente e o conhecimento das muitas e importantíssimas atividades
que a Associação realiza em prol do Colégio, bem como o convite para as festas e
comemorações realizadas anualmente. A adesão é gratuita e a colaboração
financeira é voluntária, exceto quando o associado usufrui dos convênios
existentes (telefone celular em plano empresarial, GBOEX, universidades, UNIMED,
etc.).
10. Esse memento não
esgota o assunto, pois há outras providências que poderão ser necessárias, de
acordo com o que for planejado, com a época em que ocorrer e com as pessoas
envolvidas. O importante é que o CMPA está aberto para estudar qualquer
possibilidade de atividade levantada pela Turma.
11. Os contatos
oficiais com o CMPA devem ser feitos inicialmente através da direção do Museu
Casarão da Várzea, pessoalmente ou pelo fone
12. O Casarão da
Várzea está completamente à disposição de seus ex-alunos e tem o maior prazer em
recepcioná-los da melhor forma possível!
Leonardo Araujo -
Cel
Diretor do Museu
Casarão da Várzea
